A Paranapanema é a maior produtora brasileira não integrada de cobre, com atuação na fundição e refino de cobre primário e produção de semimanufaturados de cobre e suas ligas. Listada no Novo Mercado, mais alto nível de governança corporativa da BM&FBOVESPA, gera mais de 2,2 mil empregos e registrou receita líquida de R$ 5,4 bilhões em 2015.

Com capacidade instalada de 280 mil toneladas, a companhia atua em toda a cadeia industrial, desde a transformação do cobre mineral em cobre metálico (cobre primário ou catodo), atividade na qual é a única empresa no Brasil, até a produção e venda de produtos de cobre (vergalhões, fios trefilados, laminados, barras, tubos, conexões etc) e co-produtos (ácido sulfúrico e lama anódica, por exemplo), substâncias extraídas do processo produtivo.

A empresa possui três plantas industriais, sendo uma unidade de cobre primário, localizada no município de Dias D'Ávila (BA), e duas plantas de produtos de cobre e suas ligas, uma localizada no município de Santo André (SP) e outra na cidade de Serra (ES), além de um centro de distribuição em Itatiaia (RJ).

O parque industrial único, que reúne diversas tecnologias, permite produção de alta pureza (99,99% de cobre) e o processo de fusão e refino superior e moderno garante qualidade e melhor desempenho dos produtos nas diversas aplicações. Desde 2012, a companhia vem realizando uma série de investimentos nas instalações industriais tendo modernizado as áreas de fundição e refino de cobre (eletrólise) na planta de Dias D'ávila (BA) e inaugurado a mais moderna fábrica de tubos sem costura no Brasil na unidade de Utinga, em Santo André (SP).

O cobre primário produzido pela Paranapanema tem, desde 1989, registro na London Metal Exchange (LME - bolsa de metais não ferrosos) com a marca CbM, o que permite sua comercialização no mercado externo como commodity internacional. Em fevereiro de 2015, a empresa também obteve certificação da LME para mais uma marca, a CbM-P, que registrou na bolsa de metais o cobre produzido com tecnologia de catodo permanente.

Paranapanema 2018

Em 2014, a empresa deu início ao Paranapanema 2018 (PMA-2018), um amplo trabalho de revisão dos processos comerciais, industriais, financeiros e administrativos que visa conferir maior eficiência operacional, sustentabilidade aos negócios e previsibilidade de resultados e de capital empregado.

A partir deste trabalho, a companhia definiu novas estratégias de negócio que passam pela disciplina no uso de capital, forte trabalho de gestão de custos e pelo aumento do uso da capacidade industrial instalada. Entre os resultados já visíveis do plano estão a estável geração de caixa e o aumento paulatino no Retorno sobre Capital Investido (ROIC), que cresceu pelo terceiro ano consecutivo, passando de 2,1% em 2012 para 10,4% em 2015.

História em resumo

A Paranapanema iniciou suas operações em 1961 com atuação voltada para a área de construção civil. A empresa entrou no setor de mineração em 1965 e incrementou a atividade na década seguinte, com a constituição das empresas Taboca, de extração de cassiterita, e Mamoré, de metalurgia de estanho e ligas. Em 1971, a companhia abriu o capital na Bolsa de Valores (atual BM&FBOVESPA).

Nos anos 1980, a Paranapanema atuava na mineração e metalurgia de cassiterita e estanho, com minas em Rondônia e Amazonas. Durante o período das privatizações – entre o final de 1980 e início de 1990 -, a Paranapanema adquiriu a antes estatal Caraíba Metais, maior produtora de cobre do Brasil, e a empresa Paraibuna, inserida no mercado de zinco. Nos anos 1990, a companhia também constituiu a Cibrafértil, de fertilizantes - com o objetivo de aproveitar o ácido sulfúrico, subproduto das operações da Caraíba Metais – e adquiriu a Eluma, que atuava em produtos de cobre.

Com alterações na composição do quadro acionário a partir da metade da década de 1990, a Paranapanema decidiu encerrar os negócios na área de construção e passou a exercer papel de holding, sem atividade operacional, concentrando investimentos nas áreas de metais não ferrosos (estanho, cobre e zinco) e fertilizantes.

Com a atuação em cobre potencializada pela compra da Eluma, as outras atividades perderam espaço a partir da década de 2000. Neste período, a companhia vendeu os negócios de zinco (em 2002), estanho (2008) e fertilizantes (em 2012) e realizou uma reestruturação societária. A reorganização culminou na incorporação das empresas Caraíba Metais e Eluma pela Paranapanema, que passou a atuar como uma empresa industrial integrada.

Desde 2012, quando vendeu a área de fertilizantes, a Paranapanema se dedica exclusivamente à produção e refino de cobre metálico (catodo ou cobre primário), produtos de cobre (fios, vergalhões, laminados, tubos e conexões) e co-produtos (ácido sulfúrico e lama anódica), substâncias extraídas do processo produtivo.

Em 2012, a Paranapanema migrou para o Novo Mercado, mais alto nível de governança corporativa da BM&FBOVESPA. Desde então, a empresa vem implantando melhores processos de gestão e de transparência que permitam ao mercado e aos investidores entenderem o negócio e as estratégias da companhia.

Atualmente, a empresa conta com três unidades industriais e capacidade de produção de 280 mil toneladas.

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